O impacto do pró-labore e distribuição de lucros no bolso do empresário

Rosa Flor Foto Blog Banner (1) - Contabilidade em Grande Vitória e ES | Quantum Soluções Empresariais

Compartilhe nas redes!

A remuneração do empresário pode ocorrer basicamente de duas formas: pró-labore e distribuição de lucros. Ambas possuem impactos diretos nas finanças da empresa e no bolso do sócio. Por isso, entender suas diferenças e as melhores estratégias de retirada pode gerar economia tributária e otimização dos recursos.

O Que é pró-labore?

O pró-labore é a remuneração do sócio pelo trabalho realizado na empresa. Diferente do salário de um empregado, ele não tem direito a FGTS e segue as regras estabelecidas pelo contrato social da empresa.

Por ser uma remuneração obrigatória para sócios que exercem funções administrativas, o pró-labore está sujeito a encargos como:

– INSS (11%) – obrigatório para garantir benefícios previdenciários.

– IRPF (se aplicável) – caso o valor ultrapasse a faixa de isenção da tabela progressiva do Imposto de Renda.

Exemplo prático: Se um sócio recebe um pró-labore de R$ 5.000,00, ele pagará R$ 550,00 (11%) de INSS. Se o valor ultrapassar a faixa de isenção do IR, ainda pode haver incidência de imposto de renda na fonte.

O Que é distribuição de lucros?

A distribuição de lucros é a divisão dos resultados positivos da empresa entre os sócios. Diferente do pró-labore, não há incidência de INSS ou Imposto de Renda sobre os lucros distribuídos, desde que a empresa esteja em conformidade com a legislação tributária.

Isso torna a distribuição de lucros uma alternativa vantajosa para remunerar os sócios de maneira mais eficiente, reduzindo a carga tributária sobre as retiradas.

Mas Atenção! A isenção de impostos sobre os lucros distribuídos só vale se:

– A empresa possuir escrituração contábil regular, comprovando o lucro apurado.

– A distribuição respeitar o limite do lucro contábil gerado no período.

Se a empresa não mantém contabilidade regular, a Receita Federal pode tributar os valores distribuídos, considerando-os como remuneração disfarçada.

Qual a melhor estratégia?

A decisão entre pró-labore e distribuição de lucros depende de diversos fatores, incluindo necessidade de contribuição previdenciária, otimização fiscal e planejamento financeiro pessoal.

– Equilíbrio: Um pró-labore compatível com o mercado pode garantir benefícios previdenciários futuros, enquanto a distribuição de lucros otimiza a carga tributária.

– Planejamento Contábil: Contar com um contador para manter a escrituração contábil correta e garantir a conformidade legal é essencial para evitar problemas fiscais.

– Impacto no INSS: Se o sócio depende da contribuição para aposentadoria e benefícios previdenciários, o pró-labore é importante. Caso contrário, a distribuição de lucros pode ser a melhor opção.

Conclusão

A escolha entre pró-labore e distribuição de lucros não deve ser feita de forma aleatória. Um bom planejamento financeiro e tributário pode garantir que o empresário otimize sua retirada de recursos da empresa, pagando menos impostos e garantindo segurança financeira.

Precisa de um planejamento tributário estratégico? Fale com nosso time de especialistas e maximize seus ganhos!

Classifique nosso post post

Fique por dentro de tudo e não perca nada!

Preencha seu e-mail e receba na integra os próximos posts e conteúdos!

Compartilhe nas redes:

Facebook
Twitter
Pinterest
LinkedIn

Deixe um comentário

Veja também

Posts Relacionados

Precisa de uma contabilidade que entende do seu negócio ?

Encontrou! Clique no botão abaixo e fale conosco!